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Acusado de agressão contra ex-PM Aline, um ano antes de matá-la, é condenado pela justiça de Pombal


O juiz José Emanuel de Sousa e Silva, da 2ª Vara da Comarca de Pombal, publicou nesta quarta-feira (11) sentença condenatória contra Franciélio Formiga de Lima, conhecido por “Branco” – réu confesso do assassinato da ex-policial militar Aline Ribeiro Araújo, de 31 anos – que respondia a ação penal decorrente de violência doméstica contra a mesma, fato acontecido no dia 13 de abril de 2017, um ano e cinco meses antes dele matá-la, em Tuparetama-PE, onde a vítima trabalhava (saiba mais).

O Blog do Naldo Silva teve acesso à decisão, onde o magistrado analisou a denúncia feita pelo Ministério Público contra “Branco”, acusando-o de agredir Aline por causa de ciúmes, mesmo os dois já estando separados na data do crime.

Conforme a ação, “Branco” foi até a casa da ex-sogra, no bairro Nova Vida, e desferiu dois socos que atingiram o rosto da ex-esposa, fazendo com que a mesma desmaiasse, tendo ele fugido em seguida antes da chegada da polícia.

Além da agressão, ele ainda a ameaçou de morte, bem como a filha do casal.

Em audiência, o agressor confessou a violência, afirmando que agiu por emoção ao encontrar fotos dela com outra pessoa.

“Ao contrário do aludido pela defesa, é seguro o conjunto probatório produzido e não deixa margem à absolvição quanto a este delito, notadamente porque o réu confessou a agressão a sua ex-mulher, aduzindo que foi até a residência da genitora de sua ex-esposa e enciumado perdeu a cabeça desferindo tapas na vítima que causaram a perda de sua consciência”, escreve José Emanuel da sentença.


Pelos crimes praticados, o juiz aplicou as seguintes penas: três meses e 24 dias pela agressão; um mês e cinco dias pela ameça à Aline, acrescentada em 1/6 (um sexto) pela ameaça à filha, resultando em cinco meses e cinco dias de detenção.

Branco está preso desde o dia 12 de setembro de 2018 e aguarda julgamento da justiça do Pernambuco pelo crime de feminicídio, podendo ser condenado até 30 anos de reclusão.

Fonte: Blog do Naldo Silva

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