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Marina Silva admite a possibilidade de fusão da Rede com o PPS de Roberto Freire


Para voltar a crescer no cenário político, o desafio, segundo a ex-ministra, será grande.

Neste sábado (17), a candidata derrotada nas eleições presidenciais deste ano também falou sobre a possibilidade – admitindo que poderá, de fato, ocorrer. (Foto: arquivo)

Durante a última semana, Roberto Freire, presidente do PPS, confirmou que tem negociado uma possível fusão do partido com a Rede de Marina Silva. Neste sábado (17), a candidata derrotada nas eleições presidenciais deste ano também falou sobre a possibilidade – admitindo que poderá, de fato, ocorrer. 

“Nesse momento, a única coisa que posso dizer é que esse gesto do PPS [de propor a fusão com outras siglas] é saudado por nós, mas tendo a compreensão de que eles já vêm de um debate interno anterior. Nós vamos começá-lo agora”, declarou.

A ex-ministra falou também sobre o desempenho ruim que teve no pleito, atribuindo o pequeno número de votos de sua candidatura à polarização entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). “As urnas valorizaram a polarização. Ou seja, o discurso da mediação não ganhou força. Não posso, para ganhar uma eleição, dizer qualquer coisa do Ciro (Gomes), do (Geraldo) Alckmin ou do Bolsonaro. Se isso rende ou não rende voto, é uma escolha.”

Agora, para tentar voltar a crescer no cenário político, o desafio, segundo suas palavras, será grande. “Estamos fazendo um congresso, antecipando algo que faríamos com dez anos exatamente para fazer essa avaliação. Sou da lógica do Martin Luther King: quando dá pra correr, corre, quando não dá para correr, anda, quando não dá para andar, se arrasta. O que a gente não pode é ficar em cima do formigueiro do comodismo, da falta de compromisso com os desafios que se tem. A história é feita assim”, comparou.

clickpb

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